Imprensa: estresse e baixos salários puseram a profissão de repórter como a pior de 2015

Jornalistas: Francisco Sales e Ivone Lima

Jornalistas: Francisco Sales e Ivone Lima

Os repórteres da mídia impressa receberam o troféu de pior profissão de 2015, segundo notícia veiculada pelo Portal Imprensa nesta quinta-feira (16). A notícia surge no final da segunda semana de rodada de demissões e fechamentos de produtos jornalísticos por grandes grupos como Folha, Estadão e Veja.

Acrescente-se a falta de incentivo não somente para os repórteres de impresso, mas – se levar em consideração esta região – principalmente os de rádio, sites e afins. O levantamento leva em conta cinco critérios: demandas físicas, ambiente de trabalho, renda, estresse e perspectivas de contratação.

Para alargar os problemas, aqui em Paulo Afonso, o repórter que nunca foi caloteado atire a primeira pedra. Não bastava ter um dos piores pisos da categoria, precisa também passar por constantes constrangimentos.

A pesquisa explica que, como os leitores têm migrado do papel para o online, o mercado de trabalho anda em declínio, e por isso, as vagas para o cargo estão desaparecendo. Além de ocupar o topo da lista, a profissão de radialista ficou em quinto lugar e o de repórter fotográfico segue logo atrás, na sexta posição.

Nós somos guerreiros isto sim, nadamos contra a maré, todos os dias. A maior parte das vezes sem qualquer reconhecimento. Mas se um repórter cometer um erro, não escapará ao “apedrejamento”. Contudo, trabalhamos pelos parcos momentos de alegria quando conseguimos além de informar, e mediar o debate com a sociedade: mudar realidades.

 

 

Por: Ivone Lima  – blitzdanoticia.com.br

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